
Os próximos 100 dias serão decisivos para a definição da disputa eleitoral no Amapá. Antes do início oficial da campanha, partidos negociam alianças e organizam as convenções que vão confirmar as candidaturas ao Governo do Estado e ao Senado. Até o momento, dois pré-candidatos aparecem na corrida pelo Executivo estadual e seis disputam as duas vagas em jogo no Senado.
O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado em 4 de outubro. Até lá, partidos e pré-candidatos intensificam as articulações políticas de olho nas convenções partidárias, marcadas entre 20 de julho e 5 de agosto, período em que serão oficializadas as candidaturas e definidas as coligações.
Governo do Amapá
- Clécio Luís (União), atual governador, que busca a reeleição;
- Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá.
Senado
- Rayssa Furlan (Podemos), médica e ex-primeira-dama de Macapá;
- Randolfe Rodrigues (PT), atual senador e líder do Governo no Congresso;
- Teles Jr. (PDT), ex-deputado estadual;
- João Alberto Capiberibe (PSB), ex-governador e ex-senador do Amapá;
- Acácio Favacho (MDB), deputado federal;
- Alliny Serrão (União), deputada estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Amapá.
Como o estado elegerá dois senadores em 2026, a disputa tende a ser uma das mais concorridas do pleito. Apesar do cenário já contar com nomes definidos, a composição das chapas ainda pode mudar até o fim das convenções, com a formação de alianças e possíveis alterações nas candidaturas.





