Randolfe defende pacto contra o feminicídio assinado por Lula e cobra ações permanentes

O senador Randolfe Rodrigues comentou, em suas redes sociais, a assinatura do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, realizada nesta quarta-feira (4) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília. O acordo reúne os Três Poderes da República e tem como foco o fortalecimento das ações de combate à violência contra a mulher e ao machismo no país.

O pacto foi assinado pelo presidente Lula, ao lado do presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, em um esforço conjunto para ampliar a proteção às mulheres e enfrentar o feminicídio.

Durante a cerimônia, Randolfe afirmou que é papel da sociedade agir diante da violência contra a mulher.
“Em briga de marido e mulher, nós vamos sempre meter a colher para defender as mulheres. Não é aceitável que a cultura do machismo e da misoginia continue prosperando em nosso país”, declarou.

Para Randolfe, o acordo precisa ser acompanhado de mudanças de comportamento e de políticas contínuas de proteção. “Que as mulheres do nosso país se sintam seguras. Que meninos sejam educados, jovens e adultos conscientizados. Não aceitaremos agressão contra nenhuma delas”, afirmou.

Além das medidas institucionais, Randolfe chamou atenção para o papel do Legislativo no enfrentamento à violência. Ele citou o Projeto de Lei nº 2/2026, de sua autoria, que combate a linguagem misógina nas redes sociais, como parte das iniciativas voltadas à proteção das mulheres também no ambiente digital.

“O cuidado com as mulheres precisa estar presente em todos os espaços. Não podemos admitir que o ódio, a agressão e a misoginia sejam normalizados, seja nas ruas ou na internet”, disse.

O Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio não cria uma nova legislação, mas estabelece um acordo entre os Poderes para fortalecer políticas públicas, ampliar a prevenção, responsabilizar agressores e promover ações educativas voltadas à superação da cultura machista.

“Hoje o Brasil deu um passo importante na defesa da vida das mulheres. Nenhuma violência é aceitável, em nenhuma circunstância”, concluiu o senador.

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