
Prestes a completar um ano de atuação no Amapá, a “Operação Protetor” do Ministério da Justiça, em parceria com o Governo do Estado, trouxe resultados significativos na efetivação das políticas de proteção ao cidadão e combate à criminalidade, especialmente em região de fronteira. Em 11 meses, os agentes abordaram 43,5 mil pessoas e retiraram cerca de 4,4 mil porções de entorpecentes do tráfico praticado por grupos criminosos.
Os policiais apreenderam ainda 69 armas de fogo, e efetuaram 373 prisões. Outros números também ganham destaque neste período de trabalhos integrados das forças de segurança do Amapá, com os seguintes quantitativos:
- 1,5 mil barreiras estratégicas montadas nas ruas;
- 18,8 mil veículos fiscalizados;
- 270 boletins de ocorrência;
- 99 mandados de prisão cumpridos;
- 358 apresentações de suspeitos em flagrante nas delegacias;
- 98 presos por tráfico de drogas;
- 52 presos por mandados de prisão;
- 49 presos por desobediência judicial;
- 29 presos por porte ilegal de arma de fogo.
Uma ferramenta importante, que pela primeira vez foi incluída em operações federais no estado, e que contribuiu para os dados apresentados, foi o trabalho pericial da Polícia Científica do Amapá, que realizou mais 29 análises no âmbito da Operação Protetor.
A presença constante de policiais nas ruas, os investimentos federais e o reforço com os novos policiais empossados pelo Governo do Estado, refletiu na diminuição dos crimes de roubo no Amapá, no período de janeiro a novembro de 2023 e 2024.
A queda foi de -35,4% em todo o Estado. Na Região Metropolitana que compreende Macapá, Santana e Mazagão, as taxas ficaram em -35,9%, -35,8% e -42,9%, respectivamente.

“Com toda essa força operacional conseguimos dobrar o policiamento ordinário, ou seja, aquele que está todos os dias nas ruas. Além disso, especificamente a Operação Protetor, nos permitiu colocar equipes extras diariamente nas ruas, que atuam em áreas onde há maior incidência de crimes. Esse levantamento prévio é feito pelas nossas equipes de inteligência que direcionam esses policiais para evitar o cometimento de crimes violentos, entre eles o roubo, e, quando não conseguimos evitar, a resposta de ação para prender os criminosos tem sido muito rápida”, explicou José Neto, secretário de Segurança Pública do Amapá.





