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Estudantes da rede municipal de Macapá recebem oficinas do PROERD

Nesta terça-feira (9), a Prefeitura de Macapá, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), em parceria com a Polícia Militar do Amapá (PM-AP), realizou a abertura da nova edição do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) na Escola Municipal de Ensino Fundamental José Duarte de Azevedo, Zona Norte da capital. Um dos objetivos do programa é o de prevenção ao uso de drogas e à prática da violência entre crianças e adolescentes.

De acordo com Madson Millor, secretário municipal de educação, inicialmente, duas escolas serão atendidas pelo programa, alcançando cerca de 200 alunos. E posteriormente, a intenção é estender a iniciativa a todos os alunos da rede municipal.

“É muito importante que este programa aconteça nas escolas para que possamos unir forças com uma instituição que já trabalha nesse tema de combate às drogas. Importante também ressaltar o envolvimento, não só das crianças, mas da família, na prevenção a esse mal que atinge tanta gente em todas as camadas sociais”, evidenciou Millor.

As aulas ministradas pela Sargento Clicia Medeiros, instrutora Proerd, contam com cartilha de orientações, atividades de pintura, exercícios e dinâmicas, utilizando-se de metodologias e estratégias adequadas para melhor entendimento das crianças.

O programa conta com um total de 10 encontros com alunos e comunidade escolar, totalizando 10 horas/aula. Depois da realização de todos os encontros, acontece a formatura dos alunos.

Major Alex Sandro Chaves, coordenador estadual do PROERD no Amapá, destacou que o projeto está em atividade há 22 anos no estado, de forma expansiva dentro das escolas.

“Especificamente, no Amapá, estamos trabalhando com as turmas do 5º ano, tendo em vista que esta criança está numa idade de inclusão, entre 9 e 10 anos, em que elas não estão com acesso às drogas, mas estão vulneráveis a essas situações. Então o programa vem trazer essa clareza e orientação acerca destas problemáticas”, disse o coordenador.

Ele ainda explicou que o programa foi pensado por psicopedagogos, policiais e profissionais da educação nos Estados Unidos e adaptado para o Brasil, com resultados relevantes para a sociedade como um todo.

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