Caso Banco Master: Randolfe cobra investigação ampla e fiscalização rigorosa

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso Nacional, voltou a defender nesta terça-feira (20) uma apuração ampla sobre as suspeitas de irregularidades envolvendo o Banco Master, incluindo possíveis crimes financeiros e doações eleitorais, e afirmou que o Parlamento tem o dever de proteger a economia do país.

Em manifestação pública, Randolfe reforçou que todas as linhas de investigação devem ser exploradas, sem restrições ou exceções, sempre que houver indícios de ameaça ao sistema financeiro nacional. Para o senador, a fiscalização precisa alcançar desde eventuais esquemas de lavagem de dinheiro até o financiamento de campanhas eleitorais.

O parlamentar classificou o caso como um dos episódios mais graves já registrados contra o sistema financeiro brasileiro e destacou que a resposta institucional deve ser firme e coordenada. Nesse contexto, elogiou a atuação do Banco Central, ressaltando a importância da fiscalização exercida pelo órgão regulador.

Randolfe também apontou como essenciais as investigações conduzidas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal, além das ações em andamento no Senado Federal. Entre elas, destacou a criação de um grupo de trabalho no âmbito da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que terá a missão de acompanhar e supervisionar as apurações relacionadas ao caso.

O grupo será instalado na primeira semana de fevereiro, sob a coordenação do senador Renan Calheiros (MDB-AL), e contará com a participação de parlamentares da base governista e da oposição. Randolfe integrará o colegiado e defendeu ainda o avanço de eventuais propostas de criação de CPI ou CPMI no Congresso Nacional, caso sejam consideradas necessárias.

Segundo o senador, a apuração completa dos fatos é fundamental para garantir transparência, responsabilização e a segurança da economia brasileira.

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