Na reta final, Clécio corre para inaugurar obras e deixar marca em sua gestão

Orla do Aturiá, Parque Tecnológico e novo Hospital de Emergência estão entre os projetos que avançam no fim do ano, mas ainda há etapas a cumprir antes da entrega ou do funcionamento integral.

O governador do Amapá, Clécio Luís, intensificou as vistorias e a divulgação de grandes obras públicas na reta final de 2026. Entre os principais projetos estão a urbanização da Orla do Aturiá, o Parque Tecnológico do Amapá e o novo Hospital de Emergência (HE), em Macapá.

As iniciativas têm perfis diferentes e enfrentam desafios próprios para chegar à etapa de funcionamento pleno. A expectativa de concluir parte dos projetos até dezembro coloca as entregas entre os principais assuntos da agenda administrativa do governo neste fim de ano.

Na Orla do Aturiá, na zona sul da capital, o projeto prevê uma faixa de areia artificial de 100 metros, área protegida para banhistas, quadras esportivas, playground, calçadas acessíveis e espaços de convivência. Em visita realizada em 23 de outubro, Clécio apresentou detalhes da estrutura, financiada com recursos de emenda parlamentar do senador Davi Alcolumbre. A previsão divulgada anteriormente era de entrega em dezembro.

Outro projeto acompanhado de perto é o novo Hospital de Emergência de Macapá. Com mais de 16 mil metros quadrados, cinco pavimentos e previsão de 212 leitos, a unidade recebeu investimentos de R$ 129,25 milhões, provenientes de emenda parlamentar e recursos do Tesouro Estadual. Em 21 de outubro, o governador vistoriou as recepções e os espaços internos, enquanto a obra avançava para a fase final. A conclusão física, porém, não significa necessariamente que todos os serviços hospitalares começarão a funcionar imediatamente: equipamentos, equipes e organização assistencial também são necessários.

Já o Parque Tecnológico ocupa o antigo prédio do Macapá Hotel, na orla da cidade, e pretende reunir iniciativas de pesquisa, inovação, formação profissional e empreendedorismo. A praça e a área externa foram entregues em setembro, mas a implantação completa do complexo depende da estruturação dos ambientes internos e da instalação das instituições e empresas que deverão utilizar o espaço.

A concentração de projetos de grande visibilidade no fim do ano reforça a importância de acompanhar os prazos e os resultados efetivos das obras. Mais do que inaugurações, o desafio será garantir que os equipamentos estejam concluídos, funcionem adequadamente e ofereçam benefícios concretos à população.

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